Julho é o mês do Rock
No dia 13 de julho, é comemorado o Dia Mundial do Rock, desde 1985. Tudo começou quando Bob Geldof, de um grupo chamado Boomtown Rats, viu um documentário sobre a fome na Etiópia. Ele ficou impressionado e queria ajudar de alguma forma. Então, reuniu artistas para gravar um som beneficente – “Do they Know it’s Christmas?”. Depois disso, criou um mega-festival, o Live-Aid, que aconteceu no dia 13 de julho de 1985, em Londres e na Filadéfia, ao mesmo tempo. O show foi televisionado para vários países e visto por mais de um bilhão e meio de pessoas. Entre os artitas que se apresentaram no festival estão Sting (The Police), Phil Collins (Genesis), U2, Dire Straits, Queen, David Bowie, Carlos Santana, Eric Clapton, Mick Jagger (Rollingstones), Robert Plant, Jimmy Page e Jonh Paul Jones, esses três últimos do Led Zeppelin. O Live-Aid arrecadou mais de 100 milhões de dólares.
A partir daí, o dia 13 de julho passou a ser a data mundial que representa a comemoração do dia do Rock, que, historicamente, sempre foi sinônimo de resistência, luta política e social. Esse é o motivo da palavra Rock se tornar hoje algo como uma instituição mundial, do qual muito me orgulho de ter participado, tão ativamente, deste movimento; principalmente, na época da ditadura do nosso país, onde, de fato, tínhamos de ser militantes, atuantes, contestando sempre o sistema vingente.
Na Bahia existe um movimento que tenta mudar esta data em que se comemora o Dia Mundial do Rock, para o dia da data de nascimento do ícone brasileiro, Raul Seixas. Na minha opinião, acho muita pretenção, pois o Rock é muito mais do que um ícone de um país, vide o porquê da data oficial ser 13 de julho, onde estiveram reunidos ícones de todo o planeta.
Uma dica para quem quer entender e saber mais sobre o Rock na Bahia é visitar a Exposição, que está sendo realizada no 1° piso do Shopping Iguatemi. Lá estão disponíveis o historico, fotos e músicas das principais bandas do gênero no estado, entre elas a Mar Revolto (Raul Carlos Gomes, Géo Benjamim,Otávio Americo, Carlinhos Brown), que no fim dos anos 70 contribuiu expressivamente para o cenário musical baiano e que em breve estará lançando um CD comemorativo pelos 30 anos de trajetória.
Salve o Rock !!!!! O Rock é do mundo!!!!!
Raul Carlos Gomes
Músico e Técnico do Núcleo de Música Cidade do Saber



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16 de julho de 2009 às 10:01
Lembrando que nessa exposição, existe uma banda de Camaçari e ela se chama Declinium, que ano passado completou 10 anos de atividades constantes na cidade e região metropolitana.
Ganhando por 2 vezes o premio de melhor banda do interior da Bahia. Isso sem contar as fortes concorrentes da cidade como The Pivo’s, Simetria Inexata, Ultra Sônica, Clube de Patifes, dentre outras grandes bandas que realizam trabalho autoral.
Camaçari é rock, sempre foi e sempre será!
Abração e bela matéria!
23 de julho de 2009 às 13:02
Aqui vai um comentário não sobre Rock mas sobre Raul ,vc é muito humilde,continue assim no ,dia em que falei com vc vi o quanto tu é legal e simples …